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Eu costumava escrever sobre a consciência, sobre os meus medos. Outrora explorei um mundo diferente daquele que vivo hoje, escrevi aventuras cobertas por um véu que não deixava os outros se aproximares, perceberem… Ultimamente escrevo banalidade e questiono-me se a minha alma se tornou banal. Eu cresci emocionalmente, eu aprendi com erros, eu descobri o ying e o yang.
Para mim a poesia não significa nada. São versos forçados, ditos sem sentimentos, pensados mas não sentidos. Dou mais valor à s cartas, escritas com remetente e com destinatário. Nas cartas aparecem palavras únicas, genuÃnas, sentidas. Das minhas “cartas” resultaram 1.046 comentários desde Julho de 2006 quando escrevi o primeiro post no /stupid. Todas as palavras foram sinceras e sentidas, algumas acompanhadas com lágrimas e outras com uma gargalhada. Para muitos este lugar pode não significar nada, mas para mim o meu blog é um pedacinho de mim, de quem sou… é a prova que me acompanha, que me diz aquilo que fui, naquilo que me tornei. Quando me lembrei do Chá das 5 foi como que uma brincadeira. Já não me sinto estúpida. Aprendi a aceitar-me com os meus erros e defeitos e aprendi a desfrutar cada pedacinho de vida que me é dado. Sento-me aqui escrevendo pequenas peripécias do meu ser, partilhando-as convosco, como quem bebe um chá no fim da tarde.
“Agora ve se aprendes e guardas a mão sempre estendida para que nao te vomitem os restos em cima quando ja estao de barriga cheia.”
Não gosto que invadam este meu local sagrado, não aqueles por quem sinto nojo do seu interior. Não quero partilha-lo com podridão, não julguem saber quem sou pois isso por vezes nem eu sei.

08 de Novembro |

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Desculpa se sou diferente, se me fazes diferente. Ontem acordei e estava diferente. Não diferente no sentido que esqueci que sou, quem amo, o que me faz bem… mas sim diferente na postura. “Porquê?” perguntas tu? Uma mistura de estrogénio com alguma saudade de casa, alguma tristeza ou receio… hoje não te elogiei como costumava [...]

19 de Outubro |

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Hoje eu derramei uma pequena lágrima no canto do olho. O seu sabor salgado que mostra a dor da alma, o sentimento de impotência perante um mundo inteiro. Hoje eu confiei e julguei ter sido confidente. Senti algo verdadeiramente forte entre nós, senti o signiticado de partilha. Há quem partilhe o autocarro, há quem partilhe [...]

08 de Outubro |

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e foi assim a minha história como condutora! Passei o código à primeira com nenhuma errada, mas a condução foi mais complicado e só passei à segunda! Sim é verdade consegui passar a condução hoje por isso este dia entrará na magnÃfica história da minha vida! lol
Desculpem a ausencia no blog mas estou ocupada com [...]

27 de Setembro |

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Estava eu conversando com um amigo e ele fez-me reflectir nisto do desabafo, da honestidade de sentimentos. Por vezes encondo-me por detrás de um sorriso falso, de uma imagem que não a da minha alma. Talvez seja uma forma de guardar a minha privacidade ou talvez somente uma forma de me proteger do julgamento dos [...]